A Prefeitura de Aparecida de Goiânia inaugurou nesta sexta-feira (03/05), a sede do serviço em Família Acolhedora no município, em parceria com o Governo de Goiás , por meio do Goiás Social e da Secretaria de Assistência Social do município.
O espaço fica no centro da cidade, no Setor Araguaia. A localização estratégica visa facilitar o acesso às famílias que queiram oferecer um lar para receber crianças ou adolescentes vítimas de violência ou que tiveram seus direitos ameaçados, que é a finalidade do programa, sob a coordenação do Goiás Social.
A equipe do Família Acolhedora é formada por profissionais de assistência social, integrantes de conselhos de Assistência Social e de Direitos da Criança e do Adolescente, além de representantes das secretarias de Educação e Saúde. Todos eles receberam treinamento especializado para realizar o trabalho.
O secretário da Seds, Wellington Matos, destacou que o Governo de Goiás está muito focado na pauta da proteção à criança e adolescente.
“A inauguração desse serviço em Aparecida de Goiânia é emblemática, sinalizando para a sociedade que ele é extremamente importante para o governo, o Ministério Público, a Defensoria Pública, o judiciário como um todo. E quem ganha com isso é a população do município”, avaliou Matos.
As famílias que desejam se tornar acolhedoras, podem se inscrever no site https://goias.gov.br/familia-acolhedora/ . Os inscritos passam por um processo de seleção, formação e habilitação, e recebem apoio das equipes profissionais para assumir os cuidados diários dos acolhidos.
Mais informações sobre o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora em Aparecida de Goiânia pelo telefone (62) 98544-8900.
O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora é uma modalidade de acolhimento prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que visa garantir cuidado individualizado e vínculos afetivos estáveis.
O programa faz parte do Goiás Social, instituído pela Lei nº 21.809, de 14 de março de 2023. Ele oferece suporte financeiro às famílias, que recebem um salário mínimo por criança, com um acréscimo de 30% para casos envolvendo pessoas com deficiência.
Tem como público-alvo crianças e adolescentes de 0 a 18 anos incompletos. Em Aparecida de Goiânia, o serviço prioriza aqueles com maiores chances de retorno à família de origem. No entanto, se a reintegração familiar não for possível, são buscadas alternativas como a família extensa ou, excepcionalmente, a adoção.
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