Educação Fernandópolis
Museu de Paleontologia reúne 75 profissionais da educação em oficina
Participaram profissionais da cidade e da região
09/09/2026 17h28
Por: Luiz Peniza | Estagiário Fonte: ASSECOM/PMF

O Museu de Paleontologia “Cristovão Souza de Oliveira”, ficou movimentado nos dias 8 e 9 de setembro. Por lá passaram 75 profissionais da educação de Fernandópolis e Guarani D’Oeste para participar de uma oficina que teve um objetivo de mostrar que uma visita ao museu pode ser muito mais do que um passeio diferente com os alunos.

A formação reuniu professores, diretores e coordenadores e foi coordenada pelo professor Carlos Eduardo Maia, o Cadu, curador do Museu de Paleontologia. Do total de participantes, 47 eram professores da Educação Infantil da rede municipal de Fernandópolis, 13 eram professores da rede municipal de Guarani D’Oeste e outros 15 eram diretores e coordenadores de Fernandópolis.

Durante a oficina, os profissionais conheceram melhor as possibilidades pedagógicas oferecidas pelo espaço. A ideia é fazer com que o museu seja visto como uma espécie de extensão da sala de aula e ajudar a transformar conteúdos estudados pelos alunos em experiências mais concretas e, por que não, mais divertidas.

Segundo o professor Cadu, as visitas guiadas despertam bastante curiosidade nos estudantes. “Há um consenso entre os pedagogos de que visitas guiadas a museus são importantes na complementação do conteúdo trabalhado em sala de aula. As crianças e os adolescentes ficam muito empolgados nas visitas guiadas, prestam atenção às explicações, interagem e fazem bastante perguntas ao guia”, afirmou.

Desde que foi inaugurado, o Museu de Paleontologia já recebeu dezenas de escolas de Fernandópolis, de cidades da região e até de outros estados. A visitação escolar, inclusive, se tornou uma das principais atividades educativas do local.

A oficina realizada nesta semana dá mais um passo nessa aproximação entre museu e escolas. A intenção é que a visita seja cada vez mais planejada em conjunto com os professores: o conteúdo começa na escola, ganha vida durante a visita ao museu e depois pode continuar sendo trabalhado de volta à sala de aula.

No fim das contas, a proposta é simples: fazer com que os alunos não apenas vejam os fósseis, mas entendam o que eles contam sobre a história do nosso planeta. E, se saírem do museu cheios de perguntas, melhor ainda.