A 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) do Deinter-5 deflagrou nesta quarta-feira (21) a quarta fase da Operação Ruas de Fogo e prendeu um homem apontado como um dos executores do homicídio de Heitor Rogério Próspero Challa Brasil, de 18 anos. O jovem foi assassinado em 7 de dezembro de 2025, no bairro Santo Antônio, em Rio Preto.
O investigado foi localizado em um imóvel no bairro Vetorazzo, onde os policiais civis cumpriram um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça.
Durante a diligência, os agentes também encontraram uma porção de maconha em poder do homem. Além do cumprimento da ordem judicial relacionada ao homicídio, ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
Jovem foi perseguido e morto a tiros
O assassinato de Heitor foi marcado pela violência. Na ocasião, a vítima foi perseguida por indivíduos em uma motocicleta e atingida por diversos disparos de arma de fogo em via pública. Na tentativa de escapar dos agressores, o jovem chegou a pular o muro da Igreja Santo Antônio de Pádua. Mesmo assim, foi alcançado pelos autores e morreu no local.
Investigação aponta disputa territorial ligada ao tráfico
No decorrer das apurações, os investigadores da Delegacia de Homicídios reuniram indícios de que o crime estaria relacionado a uma disputa territorial vinculada ao tráfico de drogas. Os elementos levantados apontaram para a atuação de um grupo criminoso estruturado, com divisão de tarefas entre os envolvidos no planejamento e na execução do homicídio.
Operação já resultou na prisão de outros envolvidos
Desenvolvida em fases sucessivas, a Operação Ruas de Fogo tem avançado na identificação, localização e captura de suspeitos de participação no assassinato. As etapas anteriores já haviam resultado na prisão de outros envolvidos, inclusive por meio de ações integradas com forças policiais de outros estados.
A quarta fase representa mais um avanço nas investigações e reforça o trabalho da Polícia Civil para aprofundar a apuração, reunir provas e buscar a responsabilização individual de todos os envolvidos no crime.
As investigações continuam, com novas diligências para o completo esclarecimento dos fatos e a localização e captura de eventuais suspeitos que ainda não foram alcançados pelas ações policiais.