O técnico Fernando Diniz estreou com vitória à frente da seleção masculina de futebol. Na noite desta sexta-feira (8), os brasileiros golearam a Bolívia por 5 a 1, no Mangueirão, em Belém, na partida que abriu a participação verde e amarela nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. ARádio Nacionaltransmitiu o duelo.
Mais de 43 mil torcedores ocuparam os assentos do estádio paraense. Nos dias que antecederam a partida, centenas de pessoas lotaram a fachada do hotel onde a Seleção ficou hospedada na cidade. Na quinta-feira (7), após o último treino antes do jogo, os atletas se dirigiram a uma varanda para agradecer o carinho do público.
"Quero agradecer tudo o que o povo do Pará fez. O futebol é isso. É a coisa mais bonita do jogo. Quando tem essa conexão do jogador com o povo. Espero que hoje [sexta] seja o início de uma conexão cada vez mais forte, que o torcedor goste de ir ao estádio assistir e também ver na televisão", enalteceu Diniz, em entrevista coletiva.
O time brasileiro balançou as redes com Rodrygo (duas vezes), Neymar (duas vezes) e Raphinha, enquanto o também atacante Victor Abrego descontou para os bolivianos. O próximo desafio dos comandados de Diniz será nesta terça-feira (12), às 23h (horário de Brasília), contra o Peru, no Estádio Nacional de Lima, capital peruana, pela segunda rodada das Eliminatórias.
O primeiro dos gols de Neymar, inclusive, alçou-o ao posto de maior artilheiro da história da seleção masculina segundo as contas da Federação Internacional de Futebol (Fifa) - que desconsidera jogos contra clubes ou combinados. O atacante tem, agora, 79 gols, contra 77 de Pelé.
Nos cálculos da CBF, que inclui as partidas não consideradas pela Fifa, o Rei do Futebol, falecido em dezembro do ano passado, segue na liderança, com 95 gols. Mesmo assim, a entidade presenteou Neymar, após o duelo em Belém, com uma placa, destacando-o como maior artilheiro do Brasil "em jogos contra seleções".
"Não sou melhor que o Pelé ou qualquer outro jogador que passou pela Seleção. Sempre quis escrever o meu nome na história do futebol brasileiro e da seleção brasileira e hoje eu fiz isso", celebrou Neymar, em depoimento à CBF.
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