Cidades Rio Preto - SP
Assistência Social e Saúde discutem notificação de violência
Roda de conversa entre as equipes abordou a utilização da ficha SINAN
14/09/2023 23h56
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Rio Preto - SP

As equipes das secretarias de Assistência Social (Semas) e da Saúde participaram de uma reunião na quarta-feira, dia 13, para reflexões e trocas de experiências sobre notificação de violência nos territórios do município, realizada através da ficha de notificação do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). O encontro foi realizado na sede da Assistência Social.

A ficha SINAN é uma implantação do Ministério da Saúde, para notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória, bem como casos de violência doméstica, sexual e outras. Além da Saúde, a notificação foi ampliada para utilização das demais Políticas Públicas, como a Assistência Social, Educação e Mulher, para registrar suspeitas ou casos de violências.

“Foi um encontro importante para que a equipe da Assistência Social pudesse esclarecer suas dúvidas e se atualizar em relação ao preenchimento da ficha. Além disso, tivemos um momento de troca de vivências e experiências fundamental para agregar conhecimento às equipes das duas políticas públicas”, comentou Fernanda Santos, coordenadora da Proteção Social Básica da Secretaria de Assistência Social.

Em relação aos dados, de janeiro a julho de 2023, foram preenchidas 2.725 notificações na ficha SINAN sobre diversos tipos de violências doméstica, sexual, negligência, trabalho infantil, entre outras.

A consulta dessas informações pode ser feita através do link saude.riopreto.sp.gov.br/transparencia/boletim_violencia.php. Na página, é possível filtrar o mês, ano, ciclo de vida, tipo de violência, região da cidade, entre outros campos específicos para o levantamento dos dados.

As secretarias utilizam desses dados para realização de diagnósticos sobre a ocorrência de violências, podendo subsidiar ações em territórios com maior incidência, acompanhamento das famílias e articulação com a rede de proteção social.

Texto: Thayla Azevedo/ Secretaria de Assistência Social