De acordo com o ranking da United States Green Building referente a 2023, o Brasil se destaca como o quarto país com maior número de construções sustentáveis no mundo.
As mudanças climáticas e a crescente demanda por sustentabilidade em diversos setores impulsionam uma transformação significativa na forma como as construções são concebidas e realizadas.
Nos empreendimentos que apresentam uma qualidade construtiva, todos os detalhes são pensados desde o projeto até a entrega, para garantir o mínimo de impacto possível ao meio ambiente.
“À medida que o desenvolvimento urbano avança sem integrar práticas sustentáveis, os efeitos das mudanças climáticas não só colocam em risco as populações humanas, mas também comprometem a estrutura de cidades, exigindo a implementação de medidas de adaptação para lidar com eventos extremos”, enfatiza Vininha F. Carvalho, ambientalista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
A Organização das Nações Unidas (ONU), alerta que a construção civil responde por cerca de 11% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2) decorrentes de atividades humanas. Isso inclui as emissões associadas à produção de materiais de construção, à construção e demolição de edifícios e à operação e manutenção dos edifícios ao longo de sua vida útil.
Para Susi Uhren, especialista em gestão ambiental e fundadora da Singular Ambiental, a urbanização pode alterar os padrões naturais de precipitação, resultando em maior escorrimento superficial, devido a impermeabilização do solo, e menor infiltração de água, isso pode levar a enchentes repentinas, erosão do solo, contaminação da água e destruição de habitats naturais, exacerbando os impactos das chuvas intensas e das tempestades.
Segundo o Prof. Dr. Rodrigo Geraldo, coordenador da graduação em Engenharia Civil do Centro Universitário Facens , a edificação sustentável é um componente de suma importância para que uma cidade seja inteligente, uma vez que se adere a eixos como urbanização, energia, meio ambiente, saúde e qualidade de vida.
“O descarte incorreto de materiais de construção pode causar problemas como afetar redes de água fluviais, provocando enchentes e, em casos mais graves, poluir o solo e as águas subterrâneas”, finaliza Vininha F. Carvalho.
Região de Rio Preto Região de Rio Preto registra superávit comercial de US$ 976,6 milhões no primeiro semestre
S.J.Rio Preto Déficit comercial de Rio Preto cresce 68,1% em julho
Fernandópolis Seminário Empretec reúne empreendedores e fortalece o desenvolvimento de Fernandópolis e região
Negócios Vedacit apoia capacitação de mulheres refugiadas
Negócios Empresa orienta sobre conexões em tomadas e disjuntores
Negócios Economia circular amplia papel dos leilões no Brasil Mín. 19° Máx. 34°
Mín. 20° Máx. 36°
Tempo limpoMín. 17° Máx. 29°
Tempo nublado
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

