O Museu de Paleontologia de Fernandópolis não tem sido apenas alvo da curiosidade de pessoas de várias regiões do país: frequentemente, ele é palco de momentos de grande emoção.
Desta vez, os personagens da história foram os deficientes visuais de Fernandópolis assistidos pela ADVF, que visitaram o Museu na manhã desta terça-feira, 13. Lá, eles não só ouviram as explicações científicas do monitor que os ciceroneou como puderam sentir em suas mãos o formato dos fósseis, alguns com mais de 80 milhões de anos.
De novo, o conhecimento científico se misturou à emoção humana. Olhos que não veem adquiriram brilho, e alguns não contiveram as lágrimas. O Museu, assim, vem se consolidando como uma referência na ação social, pois possibilita às pessoas com necessidades especiais a chance de conhecer, tocar, algo que antes só podiam imaginar.




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