Com pouco tempo restante até 2030, empresas e governos enfrentam o desafio de acelerar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). De acordo com relatório “The Sustainable Development Goals Report 2024” - Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2024, em português - na página 2, apenas 17% das metas estão no caminho certo, enquanto mais de um terço retrocedeu ou estagnou.
Em vista disso, as certificações e práticas ESG – sigla para Ambiental, Social e Governança – destacam-se como estratégias fundamentais para reverter esse quadro, ainda mais em um cenário em que, conforme o documento, ainda na mesma página, a atual taxa de progresso precisaria ser duplicada para que as metas fossem alcançadas a tempo.
Outro ponto de alerta está relacionado ao financiamento. A ONU estima que os países em desenvolvimento enfrentam uma lacuna de investimentos de 4 trilhões de dólares por ano para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, sendo que 2,2 trilhões de dólares seriam necessários apenas para a transição energética, conforme destaca o documento na página 3.
De acordo com o fundador e principal executivo do Latin American Quality Institute (LAQI), Daniel Maximilian Da Costa, empresas precisam, cada vez mais, comprovar responsabilidade socioambiental, e as certificações são uma das principais ferramentas nesse processo. Ele comenta que as práticas ESG não são mais diferenciais competitivos, mas exigências do próprio desenvolvimento.
“Sem dúvidas, estar atento às mudanças é fundamental. E nesse âmbito, chamo a atenção para o exemplo da LAQI, a Q-ESG Certification, desenvolvida para integrar Qualidade às dimensões Ambiental, Social e de Governança, oferecendo uma estrutura que permite implementar práticas que gerem um impacto positivo e aprimore o desempenho competitivo. E tudo isso, atrelando a tecnologia blockchain”, finaliza.
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