Em uma operação padrão de pronta resposta, a Polícia Civil prendeu três indivíduos na noite de sexta-feira (29) por tentativa de homicídio qualificado. O crime, caracterizado pela extrema violência, teve motivação fútil e está supostamente ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A ação policial foi deflagrada após a chegada de uma notícia crime à 1ª Delegacia de Polícia (DP) de Bataguassu. O comunicante relatou que a vítima, havia sido brutalmente agredida por quatro homens, necessitando de atendimento médico de urgência com risco de morte.
Imediatamente, a equipe da Seção de Investigação Geral (SIG) da 1ª DP foi acionada e iniciou diligências contínuas. No Pronto-Socorro, a vítima, em estado vulnerável, narrou ter sido cercada e atacada com pauladas e tijoladas na cabeça por quatro indivíduos. O motivo do crime seria o fato da vítima manter um relacionamento com uma ex-namorada de um dos agressores.
Ação policial coordenada resulta em prisões
Com base nas informações colhidas, os agentes do SIG iniciaram buscas pelos suspeitos, todos com antecedentes criminais. Três dos indivíduos foram localizados e presos em flagrantes e o quarto segue foragido.
Em um procedimento padrão para confirmação de autoria, os presos foram conduzidos ao hospital, onde a vítima os reconheceu formalmente como seus agressores. No local do crime, os peritos encontraram um pedaço de pau e marcas de sangue, coletados como prova material.
Alerta para a presença do PCC
Durante as investigações, ficou evidenciado que os acusados se autodenominam “irmãos do PCC”. A polícia alerta que a facção criminosa tenta se estabelecer no município, recrutando jovens e usando a violência para controlar territórios e resolver conflitos interpessoais.
A população deve ficar atenta e reportar qualquer atividade suspeita à Polícia Civil. A discrição é garantida.
Os presos e os próximos passos
Os três presos tiveram a prisão em flagrante ratificada pela Justiça. A Polícia Civil requisitou a conversão para prisão preventiva, alegando que os indivíduos representam um risco para a ordem pública, para a investigação, que continua para prender o quarto envolvido, e para garantir a aplicação da lei penal.
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