O glaucoma é uma das doenças oftalmológicas que mais afetam a população idosa. A patologia causa uma lesão progressiva no nervo óptico, responsável por levar as informações captadas pelo olho ao cérebro. A oftalmologista do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), Denise Salvalaggio, chefe do Setor de Glaucoma, explica que geralmente o paciente percebe o problema quando a visão já está prejudicada e o quadro avançado.
Nesta Semana Mundial do Glaucoma, a especialista do HSPE lembra que se trata de uma “doença silenciosa”. “Na maioria dos casos, não causa sintomas nas fases iniciais. A perda da visão ocorre de forma lenta e periférica”, explica.
A idade é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma. Embora a doença possa afetar pessoas de qualquer idade, o problema é mais recorrente após os 40 anos, sendo mais incidente com o envelhecimento. Outros fatores também podem facilitar o desenvolvimento da enfermidade, como: pressão intraocular elevada, histórico familiar da doença, miopia ou hipermetropia acentuadas, uso prolongado de corticoides e doenças sistêmicas.
Apesar de assintomática nos primeiros estágios, alguns sinais podem indicar o glaucoma, como: dificuldade para enxergar à noite, perda de campo visual e a presença de manchas, áreas escura ou embaçadas na visão. Caso alguma dessas mudanças surjam, a recomendação é procurar avaliação médica.
A realização de exames periódicos é a principal forma de detectar precocemente o glaucoma e outras doenças oculares. Com o diagnóstico precoce, é possível que os sinais mais graves da doença sejam evitados. “Em pessoas com fatores de risco, como histórico familiar de glaucoma, o acompanhamento deve começar antes dos 40 anos”, orienta a oftalmologista do HSPE.
O diabetes descontrolado pode danificar os vasos sanguíneos da retina, causando a retinopatia diabética. Essa doença causa cegueira quando não tratada adequadamente. Já a hipertensão pode alterar os vasos da retina, provocando entupimentos ou sangramentos, fatores também prejudiciais à visão. Em casos mais graves, essas doenças podem reduzir o oxigênio na retina, facilitando alterações que aumentam a pressão dentro do olho.
Entre as doenças oculares mais comuns na população idosa estão: catarata, glaucoma e degeneração macular relacionada à idade. Também podem afetar a visão, alterações associadas às doenças crônicas, como: diabetes e hipertensão, problemas que se desenvolvem de modo silencioso e, por isso, exigem acompanhamento regular para diagnóstico precoce.
Legislativo - MS Agenda: Semana tem votações, debates, prestação de contas da Saúde e lançamento de livro
Mira Estrela Mira Estrela promove almoço e leilão de gado em benefício da Santa Casa de Fernandópolis
São Paulo Setembro Amarelo: saúde mental de crianças e adolescentes; veja sinais de alerta e onde buscar ajuda
São Paulo SP tem curso de empreendedorismo feminino com vagas abertas
Legislativo - MS Ordem do Dia: Aprovados projetos sobre consumo, habitação e proteção às mulheres
São Paulo Campanha do Agasalho 2026 entra na reta final e Fundo Social de SP reforça importância das doações Mín. 19° Máx. 35°
Mín. 23° Máx. 36°
Tempo limpoMín. 25° Máx. 38°
Tempo nublado
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

