Durante a 7ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Dourados, realizada nesta segunda-feira (16), o vereador Inspetor Cabral (PSD) utilizou a tribuna para fazer um alerta sobre o aumento dos casos de dengue e, principalmente, de Febre Chikungunya no município.
Em seu pronunciamento, o parlamentar destacou dados recentes do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, que apontam um cenário preocupante na cidade, especialmente diante da situação registrada na Reserva Indígena.
Segundo as informações, três mortes por chikungunya foram registradas nas últimas duas semanas entre moradores das aldeias da Reserva Indígena de Dourados. Entre as vítimas estão um bebê de três meses, um idoso de 73 anos que não possuía comorbidades e uma mulher de 69 anos, moradora da aldeia Jaguapiru, que também não resistiu às complicações da doença.
“O mosquito continua fazendo vítimas e precisamos tratar esse assunto com a seriedade que ele exige. Quando vemos vidas sendo perdidas por uma doença transmitida por um mosquito, é impossível não refletir sobre a importância da prevenção”, afirmou Cabral.
O vereador também chamou atenção para os números da doença no município. Atualmente, Dourados registra 386 casos suspeitos e 206 casos confirmados de chikungunya, além de casos registrados entre gestantes, sendo cinco no segundo trimestre e duas no terceiro.
De acordo com dados do Centro de Controle de Zoonoses, cerca de 70% dos casos registrados no município estão concentrados na Reserva Indígena, o que levou as autoridades de saúde a tratar a situação local como uma epidemia e intensificar ações de combate ao mosquito transmissor.
Apesar disso, Cabral ressaltou que o problema não se limita a uma região específica da cidade. “O mosquito não respeita limites de bairros ou comunidades. Ele está presente onde houver água parada. Por isso, o combate precisa ser um compromisso de toda a cidade”, pontuou.
Durante o discurso, o vereador reforçou a necessidade de atenção aos cuidados dentro das residências, lembrando que objetos simples do dia a dia podem se transformar em criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e chikungunya.
Pratos de plantas, garrafas, pneus, calhas entupidas, caixas d’água destampadas e recipientes que acumulam água estão entre os principais focos de proliferação do mosquito.
Cabral também destacou o trabalho realizado pelos Agentes de Combate às Endemias e pelos Agentes Comunitários de Saúde, profissionais que atuam diariamente nas ruas orientando moradores e identificando possíveis focos do mosquito.
“São profissionais que enfrentam sol forte, longas caminhadas e diversos desafios para proteger a saúde da nossa população. Precisamos reconhecer e valorizar esse trabalho essencial”, destacou.
Por fim, o vereador fez um chamado à população para que participe ativamente das ações de prevenção. “O combate à dengue e à chikungunya é uma responsabilidade coletiva. Nenhuma ação do poder público será suficiente sem o envolvimento da população. Precisamos redobrar os cuidados e eliminar qualquer possibilidade de água parada. A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de salvar vidas”, concluiu.
Legislativo - MS Agenda: Semana tem votações, debates, prestação de contas da Saúde e lançamento de livro
Mira Estrela Mira Estrela promove almoço e leilão de gado em benefício da Santa Casa de Fernandópolis
São Paulo Setembro Amarelo: saúde mental de crianças e adolescentes; veja sinais de alerta e onde buscar ajuda
São Paulo SP tem curso de empreendedorismo feminino com vagas abertas
Legislativo - MS Ordem do Dia: Aprovados projetos sobre consumo, habitação e proteção às mulheres
São Paulo Campanha do Agasalho 2026 entra na reta final e Fundo Social de SP reforça importância das doações Mín. 19° Máx. 35°
Mín. 23° Máx. 36°
Tempo limpoMín. 25° Máx. 38°
Tempo nublado
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

