Em pronunciamento nesta quarta-feira (7), o senador Jorge Seif (PL-SC) criticou edital de processo seletivo promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que estabelece cota para pessoas trans.
Publicado em 2 de fevereiro, o edital trata de “processo seletivo simplificado para contratação de substituto com previsão de reserva de 1% das vagas para pessoas trans”, disse o senador.
Jorge Seif afirmou que a reserva de vagas não se justifica, tendo em vista que a Constituição estabelece que “todos são iguais perante a lei e o Estado brasileiro”.
— Eu sou do tempo em que para você ser escolhido num concurso público, num edital, você tinha que estudar, tinha que fazer pós-graduação, mestrado, doutorado, especialização, falar inglês, cursos, mérito. Eu só quero que o homem, ou a mulher, ou o homossexual, ou o trans, ou o branco, ou o negro, ou o pardo, ou o mulato, ou o indígena tenham direitos iguais para concorrer a um concurso e, por seu conhecimento, sua sabedoria e currículo, conseguir a vaga. Não está previsto na Constituição a questão de vagas pra nenhuma opção de gênero ou questão de opção sexual. O que me preocupa é que essas políticas só separam e dividem o Brasil — concluiu.
Senado Federal Mudanças no seguro rural seguem para sanção
Senado Federal Volta à Câmara proposta de proteção a crianças expostas a violência doméstica no exterior
Senado Federal Dra. Eudócia cobra esclarecimentos sobre saúde pública em Alagoas
Senado Federal Lei determina check-up anual para mulheres no SUS
Senado Federal Aumento de pena para furto e roubo de combustíveis vai à sanção
Senado Federal Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental Mín. 20° Máx. 30°
Mín. 21° Máx. 34°
Chuvas esparsasMín. 23° Máx. 37°
Tempo limpo
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

