Durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa realizada nesta terça-feira (15), o deputado estadual Pedro Fernandes (PRD) fez um pronunciamento enfático sobre a grave situação enfrentada no Hospital João Paulo II, em Porto Velho. O parlamentar defendeu a adoção de um novo modelo de gestão para a saúde pública e cobrou ação do governo para garantir melhores condições tanto para os pacientes quanto para os profissionais da área.
“Há 30 anos atrás, acompanhei meu irmão internado no João Paulo II. Pouca coisa mudou de lá pra cá”, afirmou o deputado, ao lembrar a experiência que viveu ainda jovem, quando precisou dar assistência a um familiar após um acidente. Ele descreveu as cenas de superlotação e o sofrimento enfrentado por pacientes e familiares no local.
Pedro destacou os esforços recentes do governo, como a contratação de leitos de retaguarda no Hospital Santa Marcelina, mas alertou para os altos custos e a fragilidade estrutural do sistema. “Quanto custa para o Estado manter toda essa estrutura? E a família, que precisa vir do interior, se hospedar, se alimentar?”, questionou.
O deputado defendeu que a Assembleia participe ativamente da discussão sobre modelos de gestão hospitalar por meio de organizações sociais (OSs), como já acontece em estados como São Paulo e Amazonas. Segundo ele, experiências bem-sucedidas em municípios de Rondônia, como Vilhena e Machadinho do Oeste, mostram que é possível melhorar o atendimento com mais eficiência e controle.
“Precisamos encontrar alternativas para nossa saúde, principalmente para o João Paulo II. Não dá mais para manter o mesmo modelo de 30 anos atrás. Algo precisa mudar”, declarou.
Pedro também fez questão de defender os servidores públicos da saúde, destacando que qualquer mudança deve preservar os direitos e valorizar os profissionais. “Temos que dar condições adequadas de trabalho, melhorar a remuneração e incentivar a produtividade”, disse.
O parlamentar encerrou sua fala reconhecendo os avanços na valorização dos servidores promovidos pelo governo estadual e reiterou que o parlamento deve apoiar soluções que tragam resultados concretos para a população. “Se o governo busca alternativas, temos que dar esse apoio. O povo precisa de resposta. A hora de agir é agora”, concluiu.
Texto: Ivan Lara | Jornalista
Foto: Assessoria Parlamentar
Fernandópolis Câmara de Fernandópolis vota nesta terça-feira projetos sobre créditos, proteção animal, cultura e juventude
Internacional EUA e Paraguai firmam acordo para ampliar cooperação em energia nuclear civil
Fernandópolis Vereador Lucas pede extensão de transporte coletivo para trabalhadores
Fernandópolis Afonso Pessutto articula visita de comitiva do Ministério da Saúde a Fernandópolis
Fernandópolis Vereadora Janaina pede readequação das vagas de estacionamento no Pronto-Socorro
Fernandópolis Jeferson da UniFEF propõe estudo para implantação de aparelho hematológico nas unidades de saúde Mín. 18° Máx. 34°
Mín. 21° Máx. 35°
Tempo limpoMín. 22° Máx. 36°
Tempo limpo
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

