A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (20) projeto que prevê que, em casos de violência contra a mulher, a liberação do acusado e a retirada de medidas protetivas só terão efeito depois que a vítima for notificada. O PL 2.206/2022 , que veio da Câmara dos Deputados, recebeu parecer favorável da senadora Ivete da Silveira (MDB-SC) e segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Segundo Ivete, é comum o agressor ser liberado e a vítima só tomar conhecimento quando o encontra na rua. Ela afirma que a proposta busca tornar a Lei Maria da Penha mais eficaz. A lei já prevê a notificação, mas não define como ela deve ser feita.
— A proposição tem o objetivo de garantir que a vida da mulher não esteja em risco por falhas de comunicação entre as instâncias judiciais e a vítima ou seus representantes, assegurando que ela terá ciência das mudanças processuais — explicou a relatora.
Quando se tratar de atos relacionados à saída do acusado de agressão da prisão ou à retirada de medidas protetivas, a notificação deverá ser feita prioritariamente à vítima. A eficácia desses atos dependerá da notificação, salvo se o oficial de justiça comprovar a impossibilidade, caso em que a notificação será realizada ao advogado ou defensor público. O projeto ainda estabelece que a vítima não poderá entregar intimação ou notificação ao agressor.
O autor do projeto foi o ex-deputado Fábio Trad (MS)
Vinícius Gonçalves, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Senado Federal Mudanças no seguro rural seguem para sanção
Senado Federal Volta à Câmara proposta de proteção a crianças expostas a violência doméstica no exterior
Senado Federal Dra. Eudócia cobra esclarecimentos sobre saúde pública em Alagoas
Senado Federal Lei determina check-up anual para mulheres no SUS
Senado Federal Aumento de pena para furto e roubo de combustíveis vai à sanção
Senado Federal Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental Mín. 23° Máx. 35°
Mín. 17° Máx. 25°
Chuvas esparsasMín. 16° Máx. 27°
Tempo nublado
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

