O mercado imobiliário brasileiro atravessa um período de ajustes diante do cenário macroeconômico. O Banco Central, por meio das decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), mantém a taxa Selic em patamar elevado, impactando diretamente o crédito imobiliário.
Segundo levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o mercado imobiliário brasileiro manteve estabilidade nas vendas e registrou redução na oferta no segundo trimestre de 2025.
Já o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) aponta que, mesmo diante de condições mais seletivas de financiamento, a demanda por imóveis de médio e alto padrão se mantém estável na região.
Neste contexto, a imobiliária gaúcha registrou R$ 56 milhões em vendas no acumulado do ano, demonstrando a resiliência do setor mesmo em um cenário desafiador. Como afirma nosso CEO da Urban Company, Babiton Espindola: “Nosso desempenho mostra que, mesmo diante de restrições econômicas, é possível avançar com confiança do cliente e equipe comprometida.”
De acordo com a ABECIP, as contratações de crédito imobiliário para adquirentes cresceram 8% no primeiro semestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, o volume de financiamento imobiliário deve recuar 4% em 2025, embora em ritmo menor que o esperado no início do ano.
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