Procedimentos focados no rejuvenescimento do terço inferior da face, incluindo o pescoço, têm registrado crescimento expressivo nos últimos anos. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS-2024), apenas no Brasil foram realizadas mais de 98 mil cirurgias específicas de pescoço em 2024.
Para a cirurgiã plástica June Favarin, da Clínica Belvivere, localizada em Criciúma (SC), a técnica conhecida como Deep Neck vem ganhando destaque por permitir resultados mais definidos e naturais. "É muito comum pacientes que já fizeram lipoaspiração de papada ainda perceberem flacidez ou volume residual no pescoço. O Deep Neck trata todas as camadas, criando ângulos e sombras naturais entre a mandíbula e o pescoço", explica.
June compara o pescoço a um sanduíche de camadas: enquanto procedimentos superficiais, como a lipo de papada, atingem apenas o ‘pão’, o Deep Neck atua em todas as camadas, incluindo gordura profunda, musculatura e glândulas submandibulares. O objetivo é restabelecer o ângulo cérvico-mental e proporcionar um contorno mais definido.
"A cirurgia envolve incisões discretas: uma pequena cicatriz de cerca de 4 cm abaixo do queixo e outra atrás da orelha. Por meio dessas incisões, é possível reposicionar a musculatura, remover excesso de gordura e glândulas, e aplicar técnicas de platismoplastia avançada. Entre os métodos utilizados estão a plicatura central, a incisão completa do platisma e a tração lateral do músculo, que juntas criam uma espécie de "rede" de sustentação muscular, conferindo firmeza e contorno refinado", detalha a médica.
Diferença em relação a outras técnicas
Segundo a cirurgiã plástica June Favarin, o Deep Neck se diferencia de abordagens convencionais, como o Neck Lift, por atuar também nas camadas profundas do pescoço, incluindo gordura subplatismal, músculos digástricos e hióide. "Enquanto o Neck Lift remodela apenas a gordura superficial e o músculo platisma, o Deep Neck proporciona resultados mais visíveis e consistentes, especialmente em casos de pescoço mais volumoso ou flácido", reforça.
A técnica, segundo a médica, exige conhecimento anatômico detalhado e experiência do cirurgião, sendo indicada para pacientes que buscam um resultado natural, duradouro e refinado. "O procedimento pode transformar a aparência do pescoço, valorizando o contorno da mandíbula e criando sombras naturais que aumentam a percepção de juventude e harmonia facial", conclui a cirurgiã.
Saúde Cesárea aumenta risco de câncer de placenta após mola gestacional
Saúde Entenda a mola gestacional, que pode evoluir para câncer de placenta
Saúde Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV ente jovens
Saúde SUS: comitê de negociação de preço de medicamentos pode reduzir custos
Saúde Anvisa aprova medicamentos pediátricos para lúpus e esclerose múltipla
Saúde Unicef: 13,5 milhões de crianças não recebem vacina no 1° ano de vida Mín. 17° Máx. 31°
Mín. 18° Máx. 33°
Tempo limpoMín. 21° Máx. 35°
Tempo limpo
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

