A Bocato Figueiredo Consultoria, especializada em gestão de processos e produtividade, consolida sua atuação como parceira estratégica de pequenas indústrias da região de Atibaia, no interior de São Paulo. Com um modelo de trabalho voltado à organização de rotinas internas e à criação de indicadores de desempenho, a consultoria auxilia empresários a transformar conhecimento técnico e capacidade instalada em resultados financeiros mais estáveis, respondendo a uma demanda crescente de pequenas e médias empresas (PMEs) da região por processos mais eficientes.
A cidade de Atibaia tem registrado aumento no número de pequenas indústrias, favorecido pela localização geográfica entre a região metropolitana de São Paulo e o sul de Minas Gerais. Segundo Eliza Bocato Figueiredo, fundadora e consultora responsável pela empresa, esse crescimento na abertura de negócios nem sempre é acompanhado, na mesma proporção, pela sustentabilidade das operações ao longo dos anos seguintes.
"Quando a entrega ao cliente atrasa de forma constante ou passa a acontecer de maneira irregular, isso costuma indicar que a equipe produz sem uma visão clara de todas as etapas do processo, e que cada setor tem trabalhado de forma isolada", afirma. De acordo com Eliza Bocato, todos os setores de uma indústria formam a engrenagem do negócio e precisam estar sincronizados para garantir agilidade em cada etapa, sem comprometer o tempo das fases seguintes.
Eliza cita o estoque como um dos pontos que mais afetam esse cenário, já que a disponibilidade de materiais para a produção influencia diretamente o ritmo e o prazo de entrega. "Ter os materiais certos no momento necessário faz a engrenagem do negócio funcionar. É importante controlar o prazo de entrega dos insumos, avaliar a necessidade de um estoque de segurança para os componentes principais e evitar capital de giro parado em estoque", informa.
Indicadores revelam impasses e orientam decisões nas indústrias
Conforme a consultora, outro indicador relevante é a eficiência industrial, medida pelo tempo em que cada máquina permanece disponível para produção efetiva. Paradas frequentes por manutenção e o uso da capacidade nominal abaixo do esperado revelam a necessidade de reorganização dos processos. O retrabalho também compõe esse mesmo indicador, uma vez que produtos que retornam a etapas já concluídas por apresentarem falhas de qualidade elevam custos, mesmo quando o prazo final de entrega é cumprido.
Eliza Bocato Figueiredo menciona ainda que o excesso de horas extras funciona como outro sinal de desorganização operacional, pois indica que a mão de obra e a disponibilidade de máquinas não estão alinhadas à demanda real da empresa. "O empresário conhece a fundo o produto e as necessidades do mercado, mas a expansão da produção pede uma gestão estruturada para ganhar eficiência", identifica.
Para a consultora, esse descompasso explica por que negócios com bom conhecimento técnico e capacidade instalada nem sempre convertem esse potencial em resultados financeiros consistentes. "Se os recursos que a empresa possui não são usados da forma correta e o empresário não enxerga a eficiência real de sua produção, o negócio tende a perder sustentabilidade ao longo do tempo, mesmo com o crescimento das vendas", avalia.
Levantamentos ligados ao tema confirmam esse diagnóstico. De acordo com estudo da Marketup, a falta de planejamento financeiro e de estudos prévios de viabilidade mercadológica responde por 35% das descontinuidades de negócios entre micro e pequenas empresas. A gestão inadequada é uma das principais causas externas de falência de pequenos negócios nos primeiros anos de operação, associada à ausência de ferramentas de controle orçamentário e à dificuldade de projetar a necessidade de capital de giro em períodos de baixa nas vendas.
Na percepção de Eliza Bocato Figueiredo, a falta de previsibilidade nos processos compromete diretamente a competitividade das indústrias de pequeno porte. "Um dia a dia sem previsibilidade significa se deixar levar pela prioridade do momento, seja um equipamento parado, a falta de um material ou uma reclamação de cliente. Se um pedido maior aparece nesse cenário, fica difícil para o empresário garantir prazo e qualidade, e, sem essa garantia, não é possível se tornar competitivo no mercado", diz.
A consultora destaca que rotinas estruturadas e indicadores bem definidos mudam a forma como as decisões são tomadas dentro da empresa. "Rotinas bem estruturadas permitem enxergar quem está sendo produtivo, qual máquina rende mais, qual custa menos e qual setor precisa de mais atenção ou treinamento. Toda decisão precisa ser baseada em dados reais, e isso só é possível quando os processos estão mapeados e medidos", acentua.
Sobre Bocato Figueiredo
A Bocato Figueiredo Consultoria atua na gestão de processos e produtividade, auxiliando pequenas empresas a organizarem suas rotinas internas e a ampliarem seus resultados a partir dos recursos já disponíveis. A atuação da consultoria é conduzida por Eliza Bocato Figueiredo, profissional com trajetória construída em uma multinacional, em contato direto com clientes industriais e operações de serviços. A partir dessa experiência, a empresa passa a estruturar processos, rotinas e ferramentas de acompanhamento de custos, indicadores e capacidade produtiva, com soluções desenvolvidas conforme a realidade de cada negócio atendido.
Para mais informações, basta acessar: https://bocatofigueiredo.com.br
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