A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) afirmou, em pronunciamento nesta terça-feira (1º), que o Senado criticou a privatização da Eletrobrás, ocorrida em 2022, e ressaltou que “o poder energético de um país não pode ser privatizado, pois o deixa refém”.
— A Eletrobras tem algo que a gente não olhou: foram privatizadas nossas hidrelétricas, que são o curso dos rios também. [...] A gente sabe que água é o sonho do planeta Terra como um todo. Então, a privatização da Eletrobras, mais grave do que privatizá-la, dar o direito a outro país acender e apagar a nossa luz, é justamente a gente perder a autonomia administrativa do curso dos nossos rios. [...] Eu acho que o que for poder energético, porque a soberania de um povo depende muito do seu poder energético... Se você depende do gás, da energia, de tudo de outros países, você vira refém.
Zenaide também chamou atenção para as Parcerias Público-Privadas (PPPs) e criticou a perda de autonomia administrativa e financeira do Estado.
— Por que não ficamos com 51%? Por que pode ser um monopólio? Não pode ser um monopólio estatal do povo brasileiro, mas pode ser de um privado? A pergunta é essa. Agora 49%, senhores?! Desculpem-me, mas a gente tinha que ficar com 51%, porque nós temos o produto natural, ele é nosso.
Senado Federal MP libera R$ 6,6 bilhões para subsídios a combustíveis
Senado Federal Mudanças no seguro rural seguem para sanção
Senado Federal Volta à Câmara proposta de proteção a crianças expostas a violência doméstica no exterior
Senado Federal Dra. Eudócia cobra esclarecimentos sobre saúde pública em Alagoas
Senado Federal Lei determina check-up anual para mulheres no SUS
Senado Federal Aumento de pena para furto e roubo de combustíveis vai à sanção Mín. 21° Máx. 34°
Mín. 23° Máx. 37°
Tempo limpoMín. 23° Máx. 33°
Tempo limpo
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

