A utilização de chatbots vem crescendo no mercado de Serviços Compartilhados. De acordo com dados de uma pesquisa realizada pelo IEG (Instituto de Engenharia de Gestão), quase metade (47%) dos CSCs (Centros de Serviços Compartilhados) do país já usam essa tecnologia, principalmente nas áreas de RH (Recursos Humanos) e TI (Tecnologia da Informação), onde a adesão é de 57% e 38%, respectivamente.
Em seguida, vem as áreas de Contas a pagar (33%), Outros (33%), Suprimentos (32%), Cadastro (27%), Lançamento de NFs (24%), Contas a receber (22%), Contabilidade (21%), Fiscal (21%), Tesouraria (19%), Facilities (14%) e Jurídico (14%). A sondagem foi realizada por meio da MIA (Market Intelligence Application Shared Services), plataforma de dados sobre CSC da empresa.
Segundo a análise, um dos motivos pelos quais esses departamentos são os que contam com a maior presença de chatbot é a grande quantidade de informações e solicitações que são demandadas pelos clientes internos.
Em linhas gerais, chatbots são programas que simulam conversas humanas e podem ser usados em diversas plataformas de mensagens ou websites. As ferramentas podem ser simples, baseadas em regras pré-definidas, ou ainda mais complexas, com o apoio da IA (Inteligência Artificial) para interpretar e responder às solicitações do usuário.
Para se ter ideia, o mercado global de chatbot em 2022 foi estimado em US$ 5,1 bilhões (R$ 24,99 bilhões), conforme projeções do Grand View Research divulgadas pelo IEG. De acordo com a publicação, o setor tem boas perspectivas de crescimento nos próximos anos, sobretudo por conta dos chatbots que prestam atendimento aos clientes.
Aliás, o Brasil está entre os cinco países que mais utilizam a tecnologia, atrás somente dos Estados Unidos, Índia, Alemanha e Reino Unido, segundo um diagnóstico da Tidio, também divulgado pelo IEG. O levantamento foi realizado com 774 empreendedores de negócios on-line e 767 clientes de diversos continentes.
Para Lara Pessanha, sócia e responsável pela Área de Inteligência de Mercado do IEG, os resultados da pesquisa da MIA, que indicam que aproximadamente 50% dos CSCs brasileiros utilizam chatbot, mostram um cenário positivo, sinalizando que a utilização dessa ferramenta é uma tendência nos CSCs brasileiros.
“Essa crescente pode ser explicada, em grande parte, pela capacidade de redução de custos que os bots conseguem gerar”, avalia Pessanha.
Além disso, para a sócia do IEG, vale destacar que esses são apenas os ganhos diretos: “Também é preciso ter em mente o potencial ganho de capital humano proveniente dos colaboradores que desempenhavam a função do chatbot, podendo tanto agregar no desenvolvimento e aprimoramento dessa tecnologia quanto em outras áreas em que venham atuar”, articula.
Para mais informações, basta acessar: https://ieg.com.br/
Santa Fé do Sul Câmara Municipal de Santa Fé do Sul moderniza plenário com sistema informatizado
Investimento EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE JALES RECEBE NOVOS TABLETS PARA FORTALECER APRENDIZAGEM DOS ALUNOS
Ciência e Tecn... Missão do Paraná em Portugal fortalece cooperação em ciência, tecnologia e inovação
Inovação e Int... Boa Ventura de São Roque e Manoel Ribas recebem Carreta da Inovação nesta semana
Ciência e Tecn... Tecpar seleciona oito novas empresas de base tecnológica para a sua incubadora
Ciência e Tecn... Parceria entre Tecpar e UFPR fortalece processo de produção de vacina antirrábica veterinária Mín. 15° Máx. 30°
Mín. 22° Máx. 38°
Tempo limpoMín. 27° Máx. 39°
Chuvas esparsas
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

