Prefeito Léo Moraes, Cláudia de Jesus, Coronel Jefferson Rocha, Secretário de Saúde (Foto: Fabricia Lopes | Assessoria Parlamentar)" /> A deputada estadual Cláudia de Jesus (PT) enviou um ofício ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, solicitando financiamento para a construção de duas maternidades de alto risco em Rondônia. O pedido busca aliviar a sobrecarga do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, única unidade especializada no estado, além de desafogar os atendimentos em Ji-Paraná e descentralizar os serviços.
A parlamentar esteve em Brasília (DF) no governo federal, nesta semana, junto com o prefeito Léo Moraes e o Coronel PM Jefferson Rocha, Secretário de Estado da Saúde (Sesau), reafirmando a importância da estrutura hospitalar.
“Hoje, uma gestante de alto risco em Rondônia precisa enfrentar longas viagens para conseguir atendimento. Algumas percorrem mais de 800 km e nem sempre chegam a tempo”, afirmou a deputada. Além de atender toda a demanda local, a rede hospitalar de Rondônia acolhe pacientes do Acre, Amazonas, Mato Grosso e até da Bolívia, o que compromete a qualidade do atendimento e coloca vidas em risco.
As obras fazem parte das ações do mandato da deputada, que defende saúde de qualidade para todo cidadão. A proposta prevê a construção de uma maternidade em Porto Velho, que já tem projeto arquitetônico pronto, e outra em Ji-Paraná, que atenderá uma população de quase 800 mil pessoas. A unidade da capital contará com 120 leitos de obstetrícia clínica, 40 de UTI neonatal e 10 de UTI adulto, entre outras estruturas essenciais.
“A descentralização do atendimento vai salvar vidas. Não dá para aceitar que mães e bebês continuem sofrendo por falta de estrutura”, ressaltou Cláudia de Jesus.
O governo estadual se comprometeu a oferecer contrapartida para viabilizar as obras, mas depende da liberação de recursos federais. A deputada cobrou urgência na resposta do Ministério da Saúde para garantir assistência adequada às gestantes e reduzir os índices de mortalidade materno-infantil no estado. Uma maternidade também deverá ser erguida no novo Hospital Regional de Guajará-Mirim.
Texto: Francisco Costa | Jornalissta
Foto: Fabricia Lopes | Assessoria Parlamentar
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