Em todo o estado de São Paulo, milhares de mães atípicas enfrentam diariamente uma jornada de amor, dedicação e luta. São mulheres que dedicam suas vidas ao cuidado dos filhos com algum tipo de deficiência, autismo e outras condições que exigem atenção permanente. Mas, diante de tantas responsabilidades, fica uma dúvida: quem cuida dessas mães?
Essa é uma das bandeiras defendidas pela pré-candidata a deputada estadual Flávia Resende, que pretende ampliar o debate sobre a criação de políticas públicas voltadas não apenas para as pessoas com deficiência, mas também para aquelas que assumem, na prática, a missão diária de cuidar.
De acordo com Flávia, que já esteve presente com muitas mães, “Elas abrem mão da carreira, da vida social, dos projetos pessoais e até da própria saúde para garantir o bem-estar dos filhos. Elas são verdadeiras guerreiras, mas não podem continuar enfrentando essa batalha sozinhas”, afirma.
A pré-candidata defende a construção de uma rede estadual de acolhimento às mães atípicas, com acesso a acompanhamento psicológico, grupos de apoio, orientação especializada, programas de qualificação profissional e iniciativas que promovam qualidade de vida para essas mulheres.
Segundo Flávia, a discussão sobre inclusão precisa avançar para além do atendimento aos filhos. “Quando uma mãe atípica adoece emocionalmente, toda a família sofre junto. Cuidar dessas mulheres é fortalecer os filhos, as famílias e toda a sociedade. É hora de olhar para quem está nos bastidores, carregando uma responsabilidade enorme sem o apoio que merece”. Ela ainda acrescenta, “É preciso reconhecer essa realidade e criar mecanismos de apoio para mudar essa realidade”.
A proposta nasce da escuta de mães que convivem diariamente com desafios como a sobrecarga emocional, a dificuldade de acesso aos serviços públicos e a falta de uma rede de apoio efetiva.
Para Flávia Resende, a política precisa estar conectada às necessidades reais das pessoas.“Meu compromisso é dar visibilidade a quem muitas vezes é invisibilizada. Quero ser a voz das mães que lutam todos os dias e que precisam ser acolhidas, respeitadas e valorizadas. Quem cuida merece cuidado”, reforça.
A pré-candidata coloca no centro do debate uma realidade vivida por milhares de famílias e assume o compromisso de defender políticas públicas que promovam mais dignidade, acolhimento e suporte para as mães atípicas porque, para Flávia, cuidar de quem cuida também é uma política de inclusão.
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