O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo julgou o recurso apresentado pela coligação derrotada em Populina e, por unanimidade, decidiu manter a vitória do prefeito João Cezar, negando o pedido que tentava reverter o resultado das urnas. A sessão constava na pauta do TRE-SP desta quinta-feira, 26 de março de 2026.
Com a decisão unânime, o Tribunal confirmou o entendimento já adotado em primeira instância, que havia julgado improcedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral proposta contra João Cezar e seu vice. O julgamento representa uma derrota importante para o grupo adversário, que buscava cassar a chapa eleita com base em acusações já consideradas frágeis pela Justiça Eleitoral.
A decisão do TRE-SP reforça, na prática, a tese sustentada pela defesa do prefeito e também pelo Ministério Público Eleitoral, que já havia se manifestado contra o provimento do recurso. O entendimento predominante foi o de que não havia elementos suficientes para desconstituir a legitimidade do resultado eleitoral em Populina.
Com isso, João Cezar sai politicamente fortalecido do julgamento, uma vez que a Corte Eleitoral paulista manteve, de forma unânime, a decisão favorável ao prefeito eleito e rejeitou a tentativa da coligação derrotada de mudar no Judiciário aquilo que não conseguiu nas urnas.
Em contato com a reportagem, Sérgio Carrasco, candidato a prefeito pela coligação derrotada, foi questionado sobre a possibilidade de um novo recurso ao Tribunal Superior Eleitoral. Segundo ele, ainda não há definição sobre a medida. Carrasco afirmou que deverá se reunir com partidários para analisar qual será o melhor caminho a ser adotado a partir de agora.
Mesmo com a possibilidade de nova avaliação jurídica por parte da oposição, o julgamento desta quinta-feira representa mais uma vitória expressiva para João Cezar no campo judicial e político, consolidando, neste momento, a validade da decisão tomada pelo eleitorado de Populina.
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