Lanna Carolina Andrade da Costa e Lucas da Silva Lourenço, presos transportando armas de fogo de uso restrito, tiveram a prisão em flagrante transformada em preventiva pela Justiça.
Os dois foram presos pela Polícia Rodoviária Federal , enquanto transportavam 11 pistolas calibre 9mm, seis fuzis e sete carregadores, na Via Dutra . Eles estavam trazendo de carro o armamento pesado de São Paulo.
De acordo com os autos, eles afirmaram que entregariam as armas a traficantes no Complexo da Penha, zona norte do Rio – um dos principais redutos da facção Comando Vermelho .
Diante do contexto, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) destacou a quantidade de armamento apreendido, o histórico do casal e o fato de que o armamento seria transportado para uma localidade sabidamente dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, cuja expansão territorial vem sendo noticiada.
Na audiência de custódia, ao acolher o pedido do Ministério Público, o juízo reconheceu a gravidade concreta do crime , a probabilidade de reiteração e a existência de indícios de os presos integrarem organização criminosa e decidiu pela prisão preventiva do casal.
Justiça Brasil nega visto para servidores dos EUA que queriam monitorar urnas
Justiça Justiça do Rio determina bloqueio de contas do Banco Master
Justiça Ministério Público processa empresas por escaneamento de íris
Ouroeste TCE-SP julga irregular contrato de R$ 6 milhões da Prefeitura de Ouroeste para gestão do Hospital Municipal
Rio Grande Tribunal de Contas aprova contas de 2024 do Consórcio Maravilhas do Rio Grande com recomendações
Guarani d'Oeste TCE-SP mantém irregular contrato firmado pela Prefeitura de Guarani d'Oeste para revitalização de complexo esportivo Mín. 16° Máx. 29°
Mín. 17° Máx. 32°
Tempo limpoMín. 19° Máx. 34°
Tempo limpo
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

