Afonso Pessutto, Carlos Cabral, Rosana Arouca e Daniel Domênicis, que foram contrários à terceirização da merenda, afirmam que visitas-surpresa têm como objetivo conhecer a realidade das escolas e cobrar melhorias quando necessário
Os vereadores Afonso Pessutto, Carlos Cabral, Rosana Arouca e Daniel Domênicis, todos do Republicanos, reforçaram o compromisso com a fiscalização da merenda escolar e afirmaram que as visitas-surpresa realizadas nas unidades da Rede Municipal de Ensino têm como objetivo verificar, de forma independente, a realidade da alimentação oferecida aos alunos.
Até o momento, os quatro parlamentares visitaram sete unidades escolares sem qualquer aviso prévio às direções. Segundo eles, nas escolas vistoriadas o cenário encontrado foi, de maneira geral, positivo, com refeições bem-preparadas, variedade de alimentos e frutas, cozinhas e depósitos limpos e organizados, controle das datas de validade dos produtos e profissionais comprometidos com o atendimento às crianças.
As unidades visitadas foram o CEMEI José Cardoso Tavares, a EMEF Coronel Francisco Arnaldo da Silva, o CEMEI Ângelo Finoto, o CEMEI Miguel Risk, o CEMEI Wilson Alves Ferraz, a EMEF Pedro Malavazi e o CEMEI Cacilda Cristina de Paiva Pinato.
Durante as fiscalizações, os vereadores também acompanharam a quantidade de alimento servida aos estudantes. Conforme observaram, a porção inicial é oferecida de maneira adequada para evitar desperdícios, sem impedir que a criança que queira repetir possa retornar e receber uma nova porção.
Vereadores dizem que fiscalização não busca confirmar posição anterior
Afonso Pessutto, Carlos Cabral, Rosana Arouca e Daniel Domênicis lembram que os quatro vereadores se posicionaram, à época, contrariamente à extinção dos cargos de merendeira e ao processo que resultou na terceirização da merenda escolar.
Apesar da posição adotada anteriormente, os parlamentares afirmam que a situação atual exige uma fiscalização responsável e sem prejulgamentos.
Segundo eles, o modelo atualmente implantado precisa ser acompanhado pelo Legislativo, independentemente da posição defendida durante sua discussão.
“O modelo está implantado e nosso dever é fiscalizá-lo com equilíbrio, responsabilidade e sem prejulgamentos”, afirmam os vereadores.
A avaliação dos parlamentares é de que fiscalizar não significa necessariamente encontrar problemas. Para eles, o trabalho consiste em conhecer a realidade, identificar aquilo que precisa ser corrigido e também reconhecer os serviços que estão sendo realizados de maneira adequada.
“Não fomos às escolas para procurar problemas ou para tentar provar que estávamos certos. Fomos para conhecer a realidade. E, da mesma forma que temos o dever de cobrar quando algo não estiver adequado, temos também a obrigação de reconhecer aquilo que está funcionando e valorizar os profissionais que estão realizando um bom trabalho”, destacam.
Reunião vai discutir observações e possíveis adequações
Apesar do cenário positivo encontrado até o momento, os vereadores afirmam que alguns pontos ainda precisam ser melhor compreendidos e discutidos.
Por esse motivo, já foi agendada uma reunião com a Secretaria Municipal de Educação, representantes da empresa responsável pelo serviço, a nutricionista da empresa e o nutricionista responsável pelo Município.
O encontro terá como objetivo apresentar as observações feitas durante as visitas, buscar esclarecimentos e discutir eventuais adequações que possam contribuir para o aprimoramento da alimentação escolar.
Entre as prioridades apontadas pelos parlamentares estão a qualidade, a quantidade, a segurança e a regularidade da alimentação oferecida diariamente aos alunos.
Fiscalizações continuarão nas escolas municipais
As visitas-surpresa devem continuar em outras unidades da Rede Municipal de Ensino. Os vereadores também afirmam que pretendem manter o trabalho de fiscalização com transparência e convidam profissionais e veículos de imprensa a acompanharem uma das próximas visitas.
Para preservar a espontaneidade do acompanhamento, os parlamentares propõem que o próprio profissional de imprensa possa escolher a escola a ser visitada no momento da fiscalização, sem comunicação prévia à unidade.
A intenção é permitir que a imprensa também possa conhecer diretamente a rotina da alimentação escolar, sem que a escola tenha tempo de se preparar previamente para a visita.
Os quatro vereadores ressaltam que o objetivo não é defender ou atacar previamente o modelo de fornecimento da merenda, mas acompanhar sua execução e verificar se o serviço atende adequadamente às necessidades dos estudantes.
“Fiscalizar não é procurar apenas aquilo que está errado. Fiscalizar é conferir, ouvir e acompanhar. Se houver problema, vamos cobrar solução. Se houver algo que possa ser aperfeiçoado, vamos buscar a adequação. E, quando encontrarmos um trabalho realizado com responsabilidade, também faremos o justo reconhecimento.”
O compromisso de Afonso Pessutto, Carlos Cabral, Rosana Arouca e Daniel Domênicis, segundo os parlamentares, é com os alunos, suas famílias e a qualidade da alimentação oferecida diariamente nas escolas municipais de Fernandópolis.
Fernandópolis Câmara de Fernandópolis vota cinco projetos em sessão nesta terça-feira
Flávia Resende Flávia Resende aposta na força das famílias para construir um novo futuro no Noroeste Paulista
Edinho Araújo Edinho Araújo visita instituições de saúde administradas pelo Lar São Francisco e conhece estrutura do Hospital São Pedro em Mirassol
Fernandópolis Campanha eleitoral começa nas ruas e Fernandópolis tem seis candidatos
Santa Fé do Sul Câmara de Santa Fé do Sul recebe pedidos de emendas impositivas para o Corpo de Bombeiros e o Lar São Vicente de Paulo
Fernandópolis Câmara realiza segunda sessão de agosto com pauta extensa Mín. 21° Máx. 34°
Mín. 21° Máx. 34°
Tempo limpoMín. 20° Máx. 36°
Tempo limpo
Café com Licitação Algumas mulheres não tiveram escolha... Tiveram que virar fortaleza.
Malagueta A temporada dos paraquedistas começou
O Olhar do Interior O regresso das cavalgadas e o reencontro com nossas raízes
Polis Contemporânea - Murilo Ferreira Pão, circo e voto: Espetáculos como estratégia de poder 

